No cinza, trazer o verde. Resgatar a natureza no que é humano. Habitá-la sem domesticá-la...

Isso é Sumaúma – paisagismo natural.

Árvore da vida em algumas culturas, Sumaúma está plantada da terra. Dela esta iniciativa traz o nome e busca a força: se o mundo hoje se verticaliza, o acompanha sem se desconectar de sua raiz. O tempo é o dos ciclos, mais que do relógio; as técnicas são a agroecologia e a bioconstrução; o efeito é de reconexão: as plantas ocupam diferentes extratos, interagem naturalmente, evoluem. Aqui a potência da natureza se realiza em um propósito: criar áreas verdes em ambientes urbanos cuja essência mesma – a diversidade das espécies e sua interação – venha a dispensar qualquer meio artificial de manutenção.


não detém o que é vivo – é vida.

Jardim vertical — o que é?

O verde integra uma parede. O canto em branco agora é fonte de frescor, aroma, é área viva no espaço onde se habita. As plantas são escolhidas cuidadosamente e os efeitos dessa composição extrapolam o ornamental: busca-se nelas conforto térmico, a purificação do ar, a redescoberta da umidade natural.

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Jardim de trama atlântica — o que é?

O verde toma um pedaço de chão e ali a vida tece sua trama. A mata atlântica, grandiosa, exuberante, abre em um terreno qualquer uma experiência natural: reviver, dentro das possibilidades urbanas, as espécies típicas desse bioma, revisitar a história ancestral de uma terra fértil, nela pisar novamente – respirá-la.

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Jardim dos sabores — o que é?

O verde vem à mesa, convidado a compor alguns ritos diários: dar sabor às refeições, colorir e nutrir, produzir aromas, emprestar cuidados a quem precisa de suas propriedades. O ciclo, reativado, vai da terra à boca – no seio da civilização, consumir o que a terra nos oferta desde sempre e de bom grado é uma forma nova de gratidão.

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Sumaúma

Paisagismo Natural

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